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Viver é descobrir as respostas.
Irresolução

El amor
14 anos sem Renato Russo

Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz...
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem... (2x)
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo...
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
(Quando quero....
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)
-

(1 cor 13. 1-3)
O amor quando se revela - Fernando Pessoa

Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
Se foi ou não, de nada importa.

Parte II

Parte II –
André saiu de casa sem saber que apartir dali iria viver muitas histórias, conhecer diferentes culturas, passar por maus e bons momentos, o que ele queria mesmo era sair da “vidinha” que ele levava e conhecer um mundo onde o passado dele não interferisse em seu presente.
André saiu andando pela estrada onde derrepente um carro que ali passava o perguntou onde o jovem iria,André com um pouco de medo disse que não sabia, o homem meio desconfiado notou pelas roupas e a fisionomia ,disse que sabia o que André estava fazendo,e que um dia ele também já fez e o ofereceu uma carona até a cidade vizinha, e ironizando disse que chegando lá ele acharia seu rumo.André meio tímido entrou no carro e seguiu viajem.O homem o levou até a cidade dos Palmares,uma cidade um pouco mais agitada da cidade que André morava antes, ele agradeceu ao homem pela carona, que por sua vez o disse um lugar onde poderia ficar, uma pensão simples e de diária barata.André foi até essa pensão e reservou um quarto, lá ele conheceu uma jovem chamada Helena onde se apaixonou repentinamente, Helena também ficou encantada com o jovem, o que André não sabia é que ela estava noiva e iria se casar assim que seu noivo encontra-se uma casa para os dois morarem.André ficou muito feliz, chegou a pensar que ali estava a mulher que um dia ele sonhou em encontrar. A mãe da jovem desconfiou pelos olhares dele com ela, e logo o avisou que Helena estava noiva.André tímido disse que não tinha nenhuma intenção com a jovem e que também estava compromissado, a mãe da jovem afastou-se e saiu ainda meio intrigada.Chega a noite e ele da janela ver Helena sentada em um banco da praça da cidade, não resistiu e foi vê-la.Chegando lá sentou-se ao lado da jovem a deixando “sem-graça” e disse que sonhava todas as noites com ela, Helena confusa o contrariou dizendo que eles tinham se conhecido a pouco tempo, André, com os olhos cheios de lágrimas disse que já a conhecia de muito tempo, e que ela estava presente em todos os seus sonhos.Helena sorrindo saiu correndo,André sem entender o que estava acontecendo ficou sorridente até que uma senhora muito misteriosa sentou-se ao seu lado e de um jeito muito suspeito o avisou que ele estava sendo precipitado,André perguntou o nome da senhora ela de um jeito irônico disse: “Cândida,mas pode me chamar de Dona Luz,é como me chamam aqui na cidade, rapaz, nem sempre o amor que queremos, é o amor que achamos ter.”André ficou intrigado e pensou a noite inteira no que Dona Luz havia lhe falado. Pensou... Pensou..., e chegou à conclusão de que ela estava certa e de que ele estava sendo rápido demais. No dia seguinte,André resolveu seguir viajem, estava atordoado, confuso, e queria esquecer de vez, tudo o que havia sentido por Helena, chegou a pensar até que seria uma maldição que haviam te colocado.Mais uma vez ele se encontrou com Dona Luz e disse que ia embora da cidade,pois já havia começado mau.Dona Luz mais uma vez o disse uma frase:”Seu destino não está aqui.” André chorou e correu para a estrada,e dessa vez não teve a mesma sorte que teve da primeira , ninguém o deu carona.Até que derrepente...
Continua.
( Gente, até agora eu não conseguir encontrar a parte III dessa história entre os meus arquivos, então demorarei um pouco a postar a terceira e última parte dessa história. Caso não encontre, regressarei aos meus 13 anos e escreverei um novo final, [ porque eu não lembro o final dessa história]).
Fernanda Cortêz
Parte I

"Gente, essa foi uma história que fiz aos 13 anos, a encontrei no meio de uns arquivos e resolvi publicar por partes aqui no meu BLOG. Espero que gostem. "
Fernanda Cortêz
Parte I –
As linhas do Destino
São Paulo, 4 de Outubro de 2007.
“Antes achava que não tinha lugar melhor que nossa casa, tempos depois eu vi que não era bem assim.” Falou André, jovem brasileiro do interior de São Paulo.
André era um jovem sonhador, morador de uma simples cidade de SP. Tinha uma vida normal, como a de qualquer jovem de sua idade, sonhava em ter uma boa profissão e conhecer alguém a quem iria viver uma linda e eterna história de amor.Romântico,ele sonhava todos os dias com uma mulher perfeita,a quem iria casar e ter filhos.O jovem acabava sonhando demais e esquecendo do que se passava na vida real.Seus pais não tinha uma boa relação, seu pai,desempregado, pedia todos os dias a seu filho que estudasse para não ter o mesmo futuro que ele hoje tinha.Já sua mãe era doméstica em uma mansão perto dali, ganhava bem,mas não o suficiente para garantir um bom futuro para o jovem André.
Os dias iam se passando e os pais de André resolveram sair por cidades vizinhas atrás de empregos, despediram-se do jovem e saíram. André ficou apreensivo, pois se passavam as horas e nem sinal de seus pais. Passaram - se mais horas, dias até que...
“(...)Um ônibus que vinha do interior de São Paulo sofre um grave acidente em uma das principais rodovias que “corta” a cidade,e não à sinal de sobreviventes.”, afirma um jornalista do noticiário local que passava na TV.
André chora, e corre pela cidade desesperado. Os moradores tentam acalma-lo, mas André insiste em dizer que sua vida não tinha mais sentido. Apartir daquele instante o jovem parou de freqüentar a escola, e passava dias e dias trancado em casa, onde dizia que somente lá não se sentia só.Certo dia André ouviu alguém bater a porta de sua casa logo no começo da manhã, era uma senhora que procurava por seus pais,André triste e com os olhos cheios de lágrimas disse que eles haviam falecido. A senhora que aparentava ser pobre, lamentou a morte e perguntou ao jovem como era seu nome,André confuso respondeu, a senhora espantada o abraçou forte e André perguntou quem ela era, a mulher baixou a cabeça e disse que era melhor que ele soubesse toda a verdade.André a chamou para entrar na casa e a senhora disse em frases curtas e diretas que ele era adotado. O jovem não acreditou e expulsou a mulher, trancou-se em casa novamente e resolveu sair , porque ali já não era um lugar de conforto e segurança.Arrumou as malas e os vizinhos assustados perguntaram a André para onde ele iria, André respondeu determinado, que iria fugir pra conhecer o mundo numa viajem sem destino e sem hora pra voltar.
Epitáfio - Titãs

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe alegria
E a dor que traz no coração...
( e eu, sinceramente, vou falar com Sérgio Britto pra saber se ele compôs essa música pra mim) Fernanda Cortêz
Quem disse que o amor pode acabar ?
- Hospedeira dos pensamentos
- Fernanda Cortêz
- Há momentos que os gestos não traduzem, as palavras ditas são insuficientes... é ai que as palavras escritas me procuram e me dão a missão de organizá-las, transmiti-las e questioná-las. Fernanda Cortêz - Técnica em Controle Ambiental - IFRN. Graduanda do Bacharelado em Ciências e Tecnologia - UFRN.
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